2 ou 3 dormitórios, lazer completo, subsídio de até R$ 55 mil e entrada facilitada em até 101 vezes
O programa tem 4 faixas de renda. Muita gente pode comprar e não sabe. Veja em qual você se encaixa:
Três opções com entrada facilitada. Cada uma pensada para uma faixa de renda diferente.
Você não está comprando só um apartamento. Está comprando um modo de vida — dentro do condomínio, todo dia.
Piscina adulto e infantil
Cinema
Academia
Pet Place
Coworking
Quadra recreativa
Churrasqueira
Mini mercado
Salão de festas
Bem Estar + SPA
Informe sua renda e FGTS — em segundos você sabe quanto vai pagar
Explicado como um amigo explicaria. Sem complicação, sem juridiquês.
Se você paga aluguel, tem o nome limpo e ganha até R$ 13.000 em família, existe uma chance real de você comprar um apartamento agora — com parcelas menores ou iguais ao seu aluguel. O governo banca parte do imóvel. O banco financia o resto com juros baixos. Você entra com o FGTS que está parado. E o apartamento é seu.
Comprar na planta pode parecer complicado. A gente explica como funciona cada etapa — e o que você paga em cada uma.
Quando você compra na planta, o apartamento ainda está sendo construído. Durante esse período, você paga parcelas de obra diretamente para a construtora — e não para o banco ainda. Essas parcelas são corrigidas pelo INCC, que é um índice da construção civil. A boa notícia: assim que a obra termina e você assina a escritura, o saldo é congelado e você passa a pagar a Caixa com uma taxa fixa.
Durante a obra, as parcelas que você paga são corrigidas pelo INCC — o índice de correção da construção civil. É parecido com uma inflação específica da construção. Na prática, as parcelas sobem um pouco a cada ano enquanto a obra está em andamento.
📌 Mas não precisa se preocupar — isso acontece com todos os lançamentos no Brasil e está dentro das regras do contrato. Assim que você assina a escritura, o saldo é congelado e o INCC para de influenciar. A partir daí, você paga a Caixa com uma taxa fixa para o resto do financiamento.
O banco tem uma regra simples: a parcela do financiamento não pode comprometer mais de 30% da sua renda familiar bruta. Isso é definido pelo Banco Central e seguido por todos os bancos que operam o SFH — incluindo a Caixa. Existe para te proteger — para que você não assuma uma dívida que não consegue pagar.
Exemplo na prática: se a renda da sua família é R$ 3.000 por mês, a parcela máxima que o banco aprova é de R$ 900 por mês. Se a parcela do apartamento que você quer é de R$ 680, você está dentro do limite — e o crédito passa.
Por isso é tão importante não ter empréstimos antes de comprar. A Caixa desconta do limite de 30% todas as prestações que você já paga — carro, cartão, crédito pessoal. Exemplo real: família com renda de R$ 3.000 tem margem de R$ 900. Se já paga R$ 500 de carro, sobra só R$ 400 para o imóvel — e o crédito reprova. Menos dívidas = mais capacidade de financiamento.
Atualizadas pelo Ministério das Cidades e Caixa em 22/04/2026.
Pequenas decisões hoje fazem uma diferença enorme na hora da aprovação.
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